O asteroide, detectado em dezembro de 2023, é atualmente o único com probabilidade de impacto superior a 1%, segundo a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA). Ele foi classificado com nível 3 na Escala de Torino, que avalia o risco de colisões espaciais. Caso atinja a Terra, o impacto pode afetar países como Índia, Paquistão, Bangladesh, Etiópia, Nigéria, Colômbia e Venezuela, com danos variando conforme o ponto de impacto. A explosão seria comparável ao evento de Tunguska, na Sibéria, em 1908, que devastou uma área de 2.150 km².
A NASA e a ESA planejam intensificar o monitoramento do 2024 YR4 nos próximos meses. As agências utilizarão equipamentos avançados, como o Telescópio Espacial James Webb, para realizar análises detalhadas do asteroide. Sensores infravermelhos ajudarão a refinar cálculos sobre o tamanho e a órbita do objeto, buscando determinar os riscos com maior precisão.
Os estudos continuarão ao longo dos próximos anos para avaliar possíveis medidas de mitigação caso o risco se mantenha. A comunidade científica destaca que, apesar da chance reduzida de colisão, é essencial estar preparado para minimizar os danos de um evento dessa magnitude.
Créditos da noticia dada a - Noticias ao minuto.