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Donald Trump inicia nesta segunda-feira (20) seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos prometendo uma “era de ouro” para o país. O republicano do slogan “make America great again” (torne a América grande de novo, em tradução livre) vai adotar uma postura protecionista que deve beneficiar a economia local ao mesmo tempo em que dificulta a economia de emergentes, como o Brasil.
Não à toa, a posse de Trump foi um dos temas mais comentados do Onde Investir 2025, evento promovido pelo InfoMoney entre 13 e 16 de janeiro. Veja o que os especialistas falaram sobre os impactos do novo governo nos investimentos.
Leia também: Quanto você teria hoje se tivesse comprado R$ 1.000 em memecoins de Trump e Melania?
Posse de Trump nos EUA pode impactar investimentos dos brasileiros; entenda como

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Donald Trump inicia nesta segunda-feira (20) seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos prometendo uma “era de ouro” para o país. O republicano do slogan “make America great again” (torne a América grande de novo, em tradução livre) vai adotar uma postura protecionista que deve beneficiar a economia local ao mesmo tempo em que dificulta a economia de emergentes, como o Brasil.
Não à toa, a posse de Trump foi um dos temas mais comentados do Onde Investir 2025, evento promovido pelo InfoMoney entre 13 e 16 de janeiro. Veja o que os especialistas falaram sobre os impactos do novo governo nos investimentos.
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Emergentes
O presidente eleito vem prometendo impor diversas tarifas sobre importações, principalmente de produtos vindos da China – com impostos de até 65% –, Canadá e México. Ele ainda promete reformar a imigração com deportação de “milhões”. Dentro de casa, ele promete cortar impostos para pessoas físicas e jurídicas.
O conjunto de políticas que começam a ser implementadas hoje é o “pior possível” para os países emergentes, segundo Paulo Leme, chairman do Comitê Global de Alocação da XP Advisory.
Se Trump cumprir as promessas de campanha, os países não desenvolvidos não conseguirão cortar juros, terão seus mercados de capitais sofrendo pela fuga de recursos para a Bolsa dos EUA e ainda podem ver suas economias desacelerando por conta das tarifas de importação.
Enquanto ainda não se sabe a extensão do programa de Trump, a renda fixa se apresenta como uma opção segura e rentável. Para Marília Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, o momento é favorável para investir em pós-fixados no Brasil, já que a expectativa é que os juros alcancem 15% ao ano.
“Os títulos pós-fixados são para os investidores que acham que os indicadores não vão melhorar. Já o prefixado é para quem vê dias melhores no futuro”, diz a especialista em renda fixa.